quarta-feira, 7 de setembro de 2011 {♥} Faça um pedido à estrela cadente.
Alou! A quanto tempo hein? :D Espero que tenham gostado do novo lay. Eu adorei -qqq
Postarei agora uma fic que pretendo fazer depois. Ela vai ser long, seguir o plot do pokémon platinum e adivinha? Vai ter romance. Sim, eu tenho que fazer romance em todas as minhas fics. Desculpa. D:


Pokémon Platinum – Super!-
Chapter 1- The Journey Begins!

Estou afundando. Não me lembro direito, mas acho que foi porque vi uma luz bonita no lago. Minha garganta dói. Devia ter ouvido minha mãe, ela disse que eu não posso ficar andando por aí sozinha quando nem dez anos eu tenho. Será que eu vou morrer?

E-eu não quero morrer. Eu não quero deixar a mamãe.O papai também, mesmo que ele quase não esteja em casa. E também tem o Roy, ele vai me odiar se eu morrer por causa disso...

Eu quase não enxergo mais a superfície, e está ficando muito difícil para manter os olhos abertos... Desculpe mamãe, acho que não vou conseguir...

Ué... que luz é aquela? Será que é algum anjinho vindo me buscar? Mamãe sempre me disse que eles eram bons nas histórias que ela me conta de noite!

Que estranho,esse anjinho não tem asas! E ele parece um Pokémon. Será que ele é um Pokémon anjo? Não dá para ver a cara dele, e eu estou ficando mais cansada... Desculpa anjinho, parece que eu não vou poder te agradecer quando chegar no céu...

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- Esse sonho outra vez? Será que eu não posso ter nenhuma variedade não? - Ouvi minha voz ressoar pelo meu quarto, e me espreguicei lentamente, não querendo levantar da cama. Já tinham se passado sete anos desde aquilo, mas mesmo assim eu sempre tinha esse mesmo sonho. No final das contas, eu nunca consegui ver o rosto daquele Pokémon, mesmo depois acordando do lado de fora do lago.

Bom, melhor me arrumar. Não quero que minha mãe suba aqui e brigue comigo por eu “não agir como uma moça e levantar no horário certo”. Ela tem sido assim desde que eu me lembro. Não é muito legal ter uma mãe ex-coordenadora de pokémons, principalmente se ela acha que você deve ser uma garota que só usa rosa, rosa e mais rosa.

...pelo menos eu consegui usar algo vermelho agora que está frio. Por enquanto.

Depois de me arrumar com a minha roupa habitual, resolvi ligar a TV para passar o tempo. Realmente, nessa cidade não tem absolutamente NADA para fazer. E nem para Sandgem eu posso ir, porque eu posso encontrar pokémons no caminho e me meter em encrenca...

É, minha mãe traumatizou depois daquele incidente no lago. Mesmo que eu já tenha quinze anos, não posso pegar meu Pokémon. E meu melhor amigo ainda cismou que só vai pegar o dele quando eu puder. Só o Roy mesmo.

Falando no Roy... é, ele é meu amigo desde sempre. E acho que, bem... Eu venho gostando dele desde sempre também. Quero dizer, estamos sempre juntos, e ele não largou do meu pé desde aquela vez no lago. Acho que ele é o único que sabe que eu fiquei com um trauma de água depois disso. É eu não sei nadar, pode me zombar agora.

Ugh. Melhor descer logo. Esse programa na TV sobre pokémons já passou diversas vezes essa semana.

Eu já ia descendo, quando... Roy resolveu brotar na minha escada. Eu realmente não sei como ele faz isso.

- Ah, você tá aí Hika! Você tava assistindo TV, né? Claro que você tava! Então, acho que já tá na hora de conseguirmos pokémons, e eu consegui conversar com a sua mãe e ela deixou, então podemos ir lá pegar uns pokémons com o Prof. Rowan?

- Huh...espera aí, o que? – Murmurei, não entendendo completamente o que ele tinha dito. Esse garoto pode falar bem rápido quando quer.

- Eu disse que vamos pegar um Pokémon e partir nessa aventura, Hika! Agora desce logo, vou esperar na minha casa. Não se atrase! – E, num segundo, ele tinha desaparecido pela escada. Só espero que ele não seja um noivo em fuga no futu-...okay, okay, vamos parar de sonhar Hikari.

Algo mais importante para pensar. Eu finalmente vou conseguir um Pokémon! Depois de tanto tempo desejando, pesquisando sobre eles, eu vou conseguir!

Sabe, meu pai é um antigo campeão de liga. Ele agora trabalha lá nas ilhas da Battle Frontier, então eu quase não encontro com ele. Mesmo assim, ele sempre me manda cartas me contando de como é lá e que ele espera que eu e a mamãe estejamos bem. Ele sempre foi o meu ídolo...

Bom, chega de papo. Eu quero ir logo pegar o meu Pokémon!

Desci as escadas correndo, e vi minha mãe e sua Glameow, Kitty, sentadas na mesa. Ela olhou para mim, sorrindo enquanto eu me aproximava da mesa sem saber o que dizer.

- Olá Hikari. Você deve estar se perguntando por que eu te deixei ir, não é...? – Ela perguntou, e, ao ver meu rosto envergonhado por ter sido pega, continuou. – Bem, eu tinha que fazer isso algum dia. E... Você já é velha o bastante para se cuidar.

-... Obrigada mãe. – Respondi, sorrindo. Ela podia me irritar de tempos em tempos, mas eu continuava a amando do mesmo jeito. Acho que é assim com todo mundo, não é?

- Sim. E mais uma coisa, Hikari... – Ela começou, me olhando séria. – Ninguém pode saber do seu dom, ouviu? Fico com medo de pensar o que aconteceria se alguém perigoso soubesse disso durante a sua jornada...

- Não se preocupe, mãe. Só você e o papai sabem. E eu não pretendo contar para mais ninguém sobre isso. – Respondi, suspirando. Realmente, ela tinha que me lembrar disso todo o momento?

Não podia contar até para o Roy, que é meu amigo desde que eu me conheço por gente!
Ia saindo pela porta, quando ouvi uma voz familiar falando:

- Hikari, cuidado comas florestas e gramas altas. Sua mãe pode não ter mencionado, mas muitos pokémons perigosos ficam por lá e sem ninguém para ir com você, pode acontecer coisas que eu nem gostaria de falar.

- Não se preocupe Kitty, eu sei me cuidar. – Respondi, sorrindo para a Glameow que sentava na mesa e me olhava. – Cuide da mamãe enquanto eu estiver fora, okay?

- Como se eu não fizesse isso antes, meow. – Ela respondeu, bufando e deitando sua cabeça sob os braços. Reconheci isso como sinal de que a conversa tinha acabado, então dei tchau outra vez para minha mãe e saí pela porta.

A casa dele era praticamente igual a minha, mas a mãe dele sempre deixava plantas na janela. Eu já ia entrando quando... ele brotou outra vez. Na minha frente. E agora estamos caídos no chão, com ele em cima de mim. Eu não sei se isso foi sorte ou puro azar. Acho que tá mais para azar mesmo.

- Ouch... Ah, oi Hika! – Ele disse, passando em dois segundos de uma expressão de dor para uma feliz. – Já está pronta? Vamos indo então- ah, espera! Eu esqueci uma coisa!

E ele desapareceu para dentro da casa dele. Sério, ele devia ser chamado de Flash, eu nunca consigo ver para onde ele vai. E aqui estou eu, deitada no chão, corando feito uma idiota, com pessoas me olhando estranho.

FML.

Depois de levantar e encarar maldosamente o garoto que tinha assoviado para mim (pervertido!), entrei pela porta da casa de Roy. Dei um olá para a mãe dele (que é muito legal, por sinal) e subi as escadas. Encontrei Roy em sua escrivaninha, escrevendo arduamente em algo que eu percebi ser um diário.

Roy. Tem um diário. Que... Fofinho.

- Err... Roy?

Ele olhou para mim assustado, e escondeu o diário na sua bolsa, corando. É, definitivamente fofinho.

- A-ah, oi Hika. Eu já acabei aqui, podemos ir agora. – Ele falou, se recuperando do susto. – Vai me pagar 10 milhões se se atrasar, ouviu?

Tá, desisto. Esse garoto sempre sai correndo e eu nunca vou conseguir alcançá-lo não importa o quanto eu tente. Se pelo menos meus sentimentos chegassem até ele...

Por que eu me lembrei da garota do chamado agora, hein? Foi algo que eu disse? Estranho...

Depois de sair da casa dele e andar até a rota 201 (vocês acham que eu vou ficar contando tudo o que eu faço todo o momento? Eu hein...), o achei olhando animadamente para a rota.

- Ah, Hika! Vamos, temos que chegar logo até o Prof. Rowan se quisermos os melhores pokémons. – Ele disse, pegando minha mão (!!!) e se direcionando para a grama alta. Espera...

- Roy, para! – Gritei, e fiz ele parar a poucos centímetros da área de pokémons. – Eu não posso ir na área que tem pokémons. É perigoso.

- Não pode? Huh... – Ele perguntou, pensando por uns minutos. – Tudo bem, eu estou aqui! Não vou deixar você se meter em perigo tão fácil. E é só passar rápido por essa área que não vamos achar nenhum Pokémon, prometo! – ele respondeu, se animando novamente e, ainda segurando minha mão (eu devo estar parecendo um tomate agora...), foi correndo em direção ao matinho.

FFFUUUUU- oh, espera, eu ouvi um grito.

- PAREM NESSE INSTANTE! – Olhamos para trás, vendo um rosto familiar se aproximando.

- Prof. Rowan?? – Disse ainda surpresa por ver o melhor professor de Sinnoh pessoalmente. Mesmo que não seja no momento certo, claro... Roy pareceu ficar igualmente surpreso, pois virou para mim e começou a pular animado falando algo como “É ele! É o Rowan!”

- Ah, vejo que já me conhecem. – Ele tossiu, chamando nossa atenção para ele. – Agora... O que diabos vocês achavam que estavam fazendo indo até a mata sem nenhum Pokémon com vocês??!

- É que... – Comecei a falar, juntando toda a coragem que consegui reunir. – Queríamos visitar o senhor para conseguir pokémons...

- Hmm... – Ele de repente virou de costas para nós e ficou parado. Uh... será que ele está pensando? Ou só gosta de fazer drama? Ah, espera, ele tá falando outra vez.

-Vocês iriam atravessar a grama alta para conseguir pokémons... o que fazer... – Ele pareceu entrar no modo “gênio”, pois começou a andar de um lado para o outro com a mão no queixo.Será que isso funciona? Vou tentar fazer isso quando estiver pensando em maneiras da minha mãe não achar que eu só devo usar cores fofas e elegantes. Parece que se decidiu, pois voltou para nossa frente.

- Vocês dois. – Ele nos chamou, nos olhando seriamente. Quando disseram que o olhar do Prof. Rowan era mais assustador do que um Scary Face de um Haunter, definitivamente não estavam brincando... – Vocês amam Pokémon?

- Sim, claro! Nós amamos pokémons! – Roy respondeu por nós, também entrando no modo sério. – Eu sempre fui apegado ao Bidoof da minha mãe, e a Hikari aqui foi até salva por um Pokémon brilhoso quando estava se afogando no Lago Aquity.

- Pokémon brilhoso...? – O professor murmurou, aparentemente curioso. Será que ele sabia que Pokémon poderia ser?

- Sim... ele estava envolto num tipo de brilho, então não deu para ver direito, mas... – Comecei, tentando me lembrar o máximo que podia daquele dia e dos meus sonhos. – Ele parecia ter duas caudas ou mais, e os olhos dele eram dourados...

- Duas caudas ou mais e olhos dourados? – Ele murmurou, parecendo entender algo. – Hm. Muito bem, está decidido então.

- Decidido...? – Murmurei, não entendendo bulhufas.

- Sim. Vocês poderão ter seus pokémons. – Ele falou, e quase pulei de alegria. – Mas não ousem em nenhum momento entrar na mata alta sem pokémons, entenderam?? – Continuou, recomeçando a nos encarar.

- S-sim , Prof. Rowan! – Respondemos ao mesmo tempo, assustados. Meu deus, e se ele contar para a minha mãe? Ou até para o meu pai! Ele é bem conhecido, não é? Provavelmente já falou várias vezes com eles!

- Tudo bem então. – Ele respondeu, parecendo satisfeito. Ufa... escapei da pena de castigo perpétuo. – Agora onde está...? - Rowan procurou em volta, parecendo estar atrás de algo.

Foi aí que eu vi um garoto se aproximando rapidamente. Ele tinha cabelos negros bem escondidos por um gorro vermelho e vestia um casaco azul com calças pretas e um cachecol branco. O que me impressionou mesmo foi que ele tinha olhos bem azuis. Bem azuis mesmo, como os do céu.

Mas eu ainda prefiro o Roy.

- Professor! Me desculpe, eu acabei me atrasando enquanto terminava de analisar alguns Starlys no Lago Aquity. Você... esqueceu sua bolsa também, tá aqui! – Ele disse, ofegante e ainda tentando recuperar seu fôlego. Quando olhou para cima novamente, pareceu notar nossa presença. – Err...quem são esses aí?

- Ah, aí está! Bom trabalho, Lucas. – O professor então se dirigiu para perto do garoto e, depois de dar um tapa amigável em suas costas (espero nunca receber um desses...), se dirigiu até sua mala. – Vou entregar pokémons a esses dois treinadores.

- O-O QUÊ? – Ele exclamou, bem surpreso, se virando para nós dois. – M-mas eles são iniciantes! Amadores! Como eles vão cuidar dos pokémons?? Se você os der algum, os pokémons vão acabar- - Terminou, apontando para nós acusadoramente.

- Basta, Lucas. Eles provaram para mim que são dignos de rece-

- Olha aqui, garoto! – Exclamei, totalmente ignorando Rowan. Aquele garoto da boina azul tinha me deixado com raiva. E eu não iria deixar ele ir tão fácil assim não.Nem que os olhos dele fossem bonitos.

– Eu posso não ser expert em pokémons como você, mas eu sei muito sobre eles! Meu pai é ex-campeão da Liga de Sinnoh, e ele sempre me ensina sobre pokémons quando escreve cartas para mim! E a minha mãe era coordenadora Pokémon, ela tratou de me ensinar muito bem como cuidar bem deles e deixá-los saudáveis! Acho que você é que precisa de mais umas aulinhas de educação...

-Ora sua...! – O garoto respondeu ( o nome dele era Lucas, não é? ...que seja.), com ainda mais raiva.

Pude ouvir um pequeno “detona ele, Hika!” vindo de Roy, mas não me importava nem um pouco agora. Ouvi alguém tossindo, e olhei para encontrar Rowan nos olhando repreensivamente. Ops...

- Parem, vocês dois. Não é hora para brigar. – Ele disse, ainda sério. – Lucas, eu posso perceber porque você está preocupado. Mas eu acho que esses dois vão saber cuidar de seus pokémons. – Me animei novamente ao ver o pequeno sorriso de Rowan em nossa direção.

- Uh... podemos pegar nossos pokémons agora? – Roy perguntou timidamente, tendo ficado calado desde meu “desentendimento”. Rowan assentiu, pegando sua maleta e abrindo-a, revelando três pokébolas. Delas, saíram três pokémons: um Chimchar, que animadamente corria em volta de um Turtwig um pouco assustado, enquanto um Piplup os olhava com uma sobrancelha (ou pelo menos o que parecia ser ela) arqueada.

Como eu sei o nome deles? Bom, eu tinha que fazer alguma coisa para passar o tempo na minha vila que não tinha nada, certo? Uma delas era pesquisar sobre pokémons no meu lindo laptop.

- Hey, Hika. – Ouvi meu nome ser chamado, e me virei para ver Roy, sorrindo. – Você pode escolher primeiro. Considere um...pedido de desculpas por ter quase te empurrado comigo para a grama alta mais cedo.

Sorri, meu coração batendo um pouquinho mais rápido com o olhar carinhoso que ele me lançou. Passando batida por Lucas (que parecia mais calmo agora, olhando incessantemente para o Chimchar que agora estava grudado na sua perna) e fui ver os dois que restavam.

- Olá. – Comecei, ainda não tendo certeza do que falar. – Meu nome é Hikari...é um prazer conhecer vocês.

O Turtwig se acalmou visivelmente, sorrindo um pouco.

- P-prazer, Hikari.

Sorri, não me assustando nem um pouco. Vou contar um segredo para vocês: eu consigo, de uma forma muito estranha, falar com pokémons. Eu sei, eu sei, eu pareço uma louca. Mas acho que tenho esse dom desde que era bem pequenininha, porque sempre levava bronca da Kitty se pisasse no seu rabo enquanto corria por aí.

- Olá, Hikari. É um prazer em te conhecer. – Olhei para o Pokémon ao lado, e encontrei-o olhando para mim enquanto sorria.

- Ah, oi... Uh, o que é isso? – Perguntei, percebendo uma marca na asa direita do Piplup. Este, por sua vez, tentou escondê-la, e pude sentir o medo emanar em volta dele.

- Err...uma marca, uh... ela pode ser feia, mas eu prometo que não vai atrapalhar em nada, então... – Ele tentou se explicar, e pude perceber que já esperava ser rejeitado. Sorri me desculpando para o Turtwig, e cheguei mais perto do Piplup.

- Eu não achei ela feia. Parece uma coroa para mim. – Falei, olhando mais de perto a pequena marca. – Já sei, vou chamar você de Prince.

- P-prince? Então isso quer dizer que... – Ele começou , surpreso. Pude sentir os olhos de alguém sobre mim, mas resolvi ignorar e apenas sorri.

- Sim. Espero que me considere uma boa companheira de equipe, Prince.

- Parece que vocês estão se dando bem. – Olhei para Rowan, que apenas sorriu como se soubesse de algo. Estranho... – Agora, Roy, pode escolher o seu.

- Vou ficar com o Turt, professor. – Ele respondeu, acariciando levemente a carapuça do Turtwig, que fechava os olhos e relaxava. – Ele é um pouco tímido, mas acho que vamos nos dar muito bem.

- Hm. Vocês escolheram bons pokémons. – O professor disse, ainda sorrindo. – Mas devo avisá-los de uma coisa. Esses pokémons foram criados desde quando eram ovos em cativeiro, então não conhecem muito de Sinnoh como vocês. Peço que tomem cuidado e cuidem um do outro durante sua viajem, entendido?

- Ah, sim! Pode contar conosco, professor! – Roy respondeu, agora já com Turt em seus braços. Assenti também, levantando e pegando Prince no colo, que parecia radiar felicidade. Tão bonitinho...

- Ótimo. Se não for um incômodo, espero que passem em meu laboratório em Sandgem mais tarde. Acho que vocês seriam perfeitos para um experimento que quero realizar. – Rowan comentou, pegando novamente sua maleta. – Agora, acho que devo ir. Boa sorte para vocês, jovens.

E lá foi o professor pela parte mais densa da floresta. Lucas seguiu-o logo depois, me mandando uma encarada que eu não entendi muito bem. Só espero que ele não passe a me odiar agora... se bem que eu não me importo com isso, mesmo.

- O professor foi mais legal do que eu imaginava... – Roy comentou ao meu lado, olhando a sombra deles desaparecer por entre a mata. De repente, o rosto dele se acendeu e ele se virou para mim. – Hey, Hika, tive uma idéia!

- Uh? O que é? – Perguntei, olhando curiosamente para o garoto ao meu lado.

- Ah, vamos lá, Hika! Eu sempre quis dizer isso! Não deve ser muito difícil! – Ele respondeu, ainda animado. E-espera aí, isso não é o que está parecendo, não é...? – Só diga sim logo, vamos!

- E-e-err... uh... sim? – Murmurei a última parte, corando feito uma idiota. Ai não, ele tá se aproximando. Será que ele vai...? É claro que vai, você acabou de dizer sim, idiota!

- Então prepare-se....para uma batalha! – Abri os olhos a tempo dele colocar seu Turtwig no chão, que agora tremia de medo.

Espera aí....

O quê?
------------------------- TANANANANANANANANAAAAA ------------------------------
Muahaha! Cliiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiffanger! Yep, próximo capítulo terá uma batalha entre Prince e o Turtwig! YAY~ Até lá, seres felizes~








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