Oi pessoas felizeeees!! x33 Venho aqui trazer não o 3º capítulo da fic, não uma outra notícia de animes
mangás, mas sim postar uma pequena "experiência" que fiz durante um surto de inspiração . Acho que a
figura já evidencia do que é, não?(estou completamente VICIADA em SoxMa 8D)Bem, espero que gostem, nee? ^-^
Enjooooy!!!
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Muito tempo já passara desde aquele dia em que nos conhecemos : lá estava ele, em frente à um piano preto tocando uma melodia aterrorizadora e profunda. Eu, pelo contrário dos outros que se afastavam pela música os causar arrepios, me aproximava mais daquele jovem, fascinada e instigada pelo seu significado: seria ele uma alma revoltada, solitária do mundo, com medo de se aproximar dos outros? Sim, por mais estranho que pareça agora, entendi de cara que o garoto à minha frente estava mostrando aos integrantes do salão escuro como ele era de verdade.
E, por um momento, pude ouvir sua súplica por alguém que quebrasse sua barreira de proteção, que mostrasse ao mesmo que existia alguém que o entendesse ; que ele pudesse confiar em alguém. Foi naquele momento que percebi que seria ele a quem confiaria como arma pelo resto de meus dias? Talvez. Foi naquela hora que me apaixonei por ele? Sim, disso eu tinha certeza.
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Naquele Mesmo Salão - Soul Eater
Talvez fora por ele que comecei a me interessar por música clássica. Não é qualquer um adolescente de 18 anos que ouve Mozart e suas mais de 626 sinfonias, ao invés de preferir rock, pop, ou músicas mais “atuais”, devo dizer. (não se preocupem, caros leitores, eu já sou acustumada a falar da minha vida como em um roteiro, então será mais fácil de entenderem.) Posso pensar sem nenhuma dúvida que , para mim, ele é mais que um amigo. Toda vez que me salva do perigo, que arrisca sua vida por mim, que me alegra em momentos tristes.... ah, como ele é incrível!
Bom, não vamos ficar falando de como eu o adimiro , entre outras coisas. Devemos pensar, assim como eu, de como ele se sente por mim: era verdade que sempre colocou tudo a perder por minha pessoa, mas Soul sempre justificava isso como sendo “o dever de uma arma”. Bem, como eu não sou uma, não posso questionar sobre isso. Eu também não sou mais uma tábua de passar: depois de anos e anos, de esforço e muito leite depois do banho (N/A:no japão, dizem que tomar leite depois de uma ducha faz “eles” crescerem =b) , podia me orgulhar com o que tinha : alguns garotos me convidavam para sair, outros me olhavam quando passava pelo corredor, mas logo o único que queria, parece ainda mais desinteressado por mim. Fico com ainda mais medo de, um dia, alguém tocar a campainha dizendo ser a “namoradinha do Soul-kun”. Ou algo ainda pior, como ele não quiser mais ficar ao meu lado , e partir para ser um Death Scyte (o que conseguira um pouco depois de derrotarmos o Kinshin) com uma outra qualquer.
Paro meus pensamentos quando o dito cujo de cabelos prateados abre a porta, perguntando se nossos amigos poderiam vir para uma reunião: ele iria fazer um anunciamento importante, e queria que todos soubessem. Confusa, permiti, perguntando também sobre o que se tratava. Ele, com um sorriso torto , respondeu curtamente:
-Espere e verá, Maka.
Após o mesmo sair, me deitei de costas para a cama macia e, olhando para o teto, refleti pelas possíveis causas daquela festinha:
1 – Anunciar que tinha uma nova namorada. – Essa era a que me sentia mais triste ao pensar, mesmo que fosse uma das mais prováveis possibilidades.
3- Algo que eu preferia não pensar ainda mais: ele deixara bem claro que tinha uma família rica e um irmão mais velho, mas nunca dissera querer vê-los ou voltar para ela. Mas, e se tivera mudado de idéia?? E se quisesse nos abandonar, e me deixar qui, sozinha novamente?
Balancei a cabeça repetidamente para os lados, com a intenção de tirar esses pensamentos de minha mente: confiava em Soul, e sabia que ele não faria isso. Pelo menos era isso que pensava....
Durante o período da tarde, fiquei preparando uns aperitivos, enquanto ele chamava nossos amigos, que se resumiam à Tsubaki, Black*Star, Death The Kidd (ou somente Kidd), Liz,e Patty, pois Chrona havia saído em uma missão poucos dias antes, e só voltava depois de uns quatro ou cinco dias. Não demorou muito até, depois de tudo dito e feito, a campainha tocou avisando a chegada dos amigos. A tarde começou tranquila, pois Blair teria saído com umas amigas que arrumara há alguns meses atrás, e não parecia haver nenhuma briguinha interna do grupo.
Todos, assim como eu, só desejavam saber do que se tratava o anúncio que seria feito pelo jovem de olhos vermelhos. Porém, antes dele se pronunciar, o outro que se aclamava um deus resolveu interrompê-lo , com uma pergunta que iria quebrar-me aos pedaços:
- Isso tem a ver com a garota que pediu para ser sua nova parceira hoje? – Ao ouvri isso, me forcei a manter a calma, e perguntei um tanto que normalmente para os dois:
-Como?
Sabendo que, se continuasse ali, iria perder o controle, resolvi usar um disfarçe qualquer. Com um sorriso um tanto que forçado, falei calmamente:
- Que sorte a sua não é, Soul? Vivia reclamando de sua mestra ser uma tábua, e agora conseguiu uma perfeição em pessoa! Se fosse você, não deixaria essa escapar, ne? Agora, se me dão licença, lembrei que tenho que revisar uma matéria que não entendi hoje. Qualquer coisa me chamem. – E, tentando parecer o mais natural possível, levantei-me do sofá em que me sentava, e fui em direção ao meu quarto.
Quando finalmente fechei a porta do mesmo, desabei a chorar. Não pensava mais em o que ele iria falar, em meus amigos que ficariam surpresos com minha reação, ou até o que o meu próprio parceiro iria pensar de mim: tudo o que eu mais temia estava acontecendo; ele iria com uma nova artesã, mais bonita e melhor que eu, que sobraria sozinha para sempre. Quase como minha mãe, talvez até pior.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ 3ª pessoa ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
O grupo encarava estranhamente a porta que se fechava. As garotas ali presentes olharam uma para as outras, aflitas, percebendo rapidamente a situação. Mas, para estragar o silêncio, o jovem que causara toda essa confusão com essa maldita pergunta tornou a falar.
- Mas espera aí, como ela vai revisar coisas agora que estamos TODOS aqui??
Ignorando completamente o comentário anterior, as integrantes femininas decidiram agir: Liz, a irmã mais velha das Thompson, levantou-se num segundo exclamando:
- Nós vamos atrás dela!
- Ué, mas vocês também vão estudar agora? – O garoto de cabelos azuis falou indignado, ao ver a mesma se dirigir a porta agora fechada. Enquanto Patty seguia sua irmã, Tsubaki falou antes de se juntar a elas:
- Black*Star! Ainda não percebeu que isso é só uma desculpa?? – E então, segundos depois, a porta do quarto foi fechada novamente. E os únicos garotos que sobraram da sala finalmente entenderam o que se passara a minutos atrás: A artesã de cabelos loiros-acinzentados ficara realmente triste com aquela “notícia” e, para não demonstrar fraqueza perante aos outros, tratou de “sumir” para seu quarto, para onde foram suas amigas, com o propósito de consolá-las.
Então, o jovem que DEVERIA fazer alguma confissão, suspirou pesadamente e falou para o outro que causara todo esse problema:
- Se VOCÊ não tivesse tocado no assunto, Black*Star, todos estaríamos aqui e eu conseguiria falar o que quero. Mas é claro que você tinha que se meter! – E, pela primeira vez na vida, o jovem que antes nunca se abalava por nada(quase nada), sentiu-se culpado por ter falado aquilo: Sabia que o amigo recusara prontamente ao pedido da garota, independentemente de ela era , ou do que tinha falado. Maka fora a primeira que realmente o aceitara e entendera quando este mais precisava, e isso superava tudo o que qualquer outro podia lhe oferecer: ela havia o salvado da solidão eterna, e o mostrado que não era tão difícil confiar em alguém, e ele sabia disso.
- O que vai fazer agora, Soul? – Kidd perguntou, também entendendo perfeitamente a situação, até mais que os jovens ao seu redor: Tinha um fetiche por romances, talvez pelo que os representava , um coração, ser perfeitamente simétrico, ou outras coisas. Isso, claro, se tratava de ciúmes! E, como sempre, ciúmes sempre indica aquela palavra com 4 letras que, mesmo não sendo simétrica, era sempre esperada pelo mesmo em finais de contos românticos.
- Simples. Vou esperar Tsubaki e as outras saírem, e eu mesmo irei falar com ela. Acho que deixei minha confissão para muito tarde, e agora vou ter que fazê-la no momento errado. – O jovem respondeu, quase que por reflexo. Isso apenas fez com que a mensagem que queria transmitir vagasse pelo aposento, percebida por todos que lá estavam. Aquilo não era um anúncio, e sim uma declaração!!
No quarto agora estavam todas as garotas, umas sentadas em volta da cama, e Tsubaki com sua melhor amiga tentando consolá-la, em cima dos lençóis macios do móvel. Sabia que ela o amava á muito tempo , e isso era fácil de se perceber. E, como conhecia sua amiga, ela nunca esperaria uma notícia dessas, e fora pega de surpresa.
A jovem de cabelos negros então retirou a franja curta que agora cobria os olhos de sua amiga, cobertos de lágrimas, e lhe deu um abraço. Após ela se acalmar, as outras duas irmãs subiram no móvel também, e começaram a tentar animá-la.
- Vai ficar tudo bem, Maka. Você nem sabe se ele irá aceitar isso ou não. – A mais velha do grupo, de olhos azuis escuros, afirmou calmamente olhando para a artesã.
- É! Confie no Soul-kun!! Ele não é tão burro assim!! – A irmã mais nova da que falara antes continuou, com um de seus sorrisos alegres.
- Tenho certeza que ele não faria isso. Afinal, não te trocou pela Blair, certo? Não se preocupe. – A última completou, com uma feição serena. A garota de olhos verdes vivos então animou-se um pouco: ao mesmo tempo que um pouco mais calma,estava feliz das grandes amigas que conseguira.
Então ouviu-se uma batida na porta. As visitantes que estavam no aposento se levantaram e foram ver quem era. Depois de abri-la um pouquinho e falar algo com a pessoa do lado de fora, e a fecharam cuidadosamente. Ainda com a mão na maçaneta, Patty falou um pouco mais séria para a amiga.
- Maka-chan, ele quer falar com você.
- Ah.... – Ela murmurou, notando o estado em que estava (cabelos um pouco bagunçados, olhos vermelhos e com ainda algumas lágrimas que esquecera de limpar) e tentou parecer mais apresentável. Depois , pegou um dos livros por cima da mesa de cabeceira e abriu-o em uma página qualquer. Confusa, Liz perguntou:
- Ainda pretende fingir que está estudando?? – E, notando a face emburrada dela, ficou com uma gota e decidiu deixar como ela preferisse, saindo com suas amigas do lugar.
------------------------------- Maka’s POV ---------------------------------------
Assim que ele entrou no quarto, senti meu coração dar um pulo e bater mais forte de ansiedade e medo: o que iria falar comigo? Estaria ele disposto mesmo a me abandonar? Será que ele tinha descoberto?
Parei de pensar quando ele me olhou estranhamente, percebendo os livros em minhas mãos.
- Então você estava MESMO indo revisar alguma coisa? – ele perguntou, confuso. Eu, quase que por impulso, taquei o livro contra a parede e respondi, ainda anciosa :
- Na verdade, não estava não. O que quer me contar?
Ele, com uma face mais assustada e confusa ainda, se aproximou de mim e disse:
- Quem é você, e o que você fez com a Maka??? – Mas, após ter dito isso, percebi que voltara a ficar com a expressão séria de antes.
-... Você estava chorando? – ele perguntou, aproximando-se ainda mais de meu rosto, fazendo-me ficar um pouco corada. Abaixei minha cabeça para esconder meus olhos inchados e vermelhos e procurei por qualquer lágrima que poderia ter deixado escapar.
- Aqui. – Ele enxugou a pequenina gota de água quente que residia perto de meus lábios (wooooooooow..... *-*) , o que me fez estremecer e corar ainda mais com o seu toque. Se não me engano, o vi segurando o riso por um momento, e depois voltando ao normal.
- Bem, vamos ao assunto principal. – Fiquei um pouco pálida e olhei para ele novamente, que me encarava um pouco mais intensamente do que o normal.
- ...eu não aceitei o pedido. – Ele falou, em um tom sério. Poderia muito bem tê-lo abraçado, sorrido o máximo que podia e até usar o momento para me declarar, mas não o fiz por perceber que ele não acabara de falar.
- Nunca tive essa intenção. Por mais que fosse bonita, radiante.... não foi ela que deu um passo à frente dentre os outros que estavam naquela sala escura. Não foi ela que me ensinou a confiar em alguém, e confiou em mim. E, por isso, eu nunca vou me separar de você Maka.
Corei o impossível ao ouvir aquilo. Fizera tanto assim por ele? Acho que não percebera aquilo por estar fascinada pelo seu jeito se ser, de interpretar as coisas.... mas, fiquei um pouco repreensiva logo após. Abaixei a cabeça para não encontrar com seus olhos e disse:
- Soul... não precisa fazer isso para me recompensar, sabia? Eu fiz isso por que quis , e não quero que fique preso a mim por causa disso. Se quiser mesmo ir, você pod.... – Fui calada com um dedo sob minha boca, e voltei a olhar para o mesmo. Arrepiei-me novamente ao ver que me encarava apreensivo, e escutei ele murmurar:
- Hey, você não entendeu. - ele se aproximou novamente, e pude sentir seu hálito quente em meu ouvido enquanto ele continuar em tom baixo.
- Ela poderia tentar de tudo, mas nunca conseguiria. Pois eu soube que você seria a única para mim no momento em que me estendeu a mão naquele dia.
Num momento só, senti vários sentimentos: surpresa, alegria, alívio e compreensão: No final das contas, ele sempre correspondera à mim esse tempo todo, e eu ainda me preocupava com uma coisa assim! Senti que uma lágrima escapara de meus olhos novamente, mas não de tristeza, é claro. Ficara tão emocionada que me descuidara a deixá-la cair. Dei o melhor sorriso que pude , e olhando de novo para ele, respondi:
- Soul.... eu sempre senti a mesma coisa!!
E, como num livro de romance em que a cena mais importante dele se aproxima, fomos nos inclinando para frente:a medida que eu pudesse ouvir sua respiração serena chegando cada vez mais perto, fui fechando meus olhos, até que.....
O beijo foi simples, mas mágico. Podia sentir borboletas voando por dentro de mim, o que trazia uma sensação confortável , quente e única. Timidamente, meus braços se alojaram em seus ombros, enquanto ele me segurava pelas costas, puxando-me para perto. Não durou tanto, mas me senti um pouco ofegante quando nos separamos. Nossos olhares se cruzaram e ele disse num tom suave e que me fez ficar com menos fôlego do que estava(se possível):
- Te amo, Maka.
- Eu também te amo, Soul. – Aquilo finalmente saira de dentro de meu coração, depois de anos preso e escondido. Saber que o amava e era correspondida era a coisa que mais me alegrava. Tinha certeza que, a partir daquele momento, fora confirmado que ficaríamos juntos para sempre.
Depois de mais um tempo romântico a sós, nos levantamos da cama (em que ele sentara quando se aproximara de mim pela primeira vez) e nos preparamos para sair. Mas, antes disso, o perguntei:
- Sobre o que iria falar se Black*Star não tivesse te interrompido?
- Quer mesmo saber? – Ele me olhou como se me provocasse, e eu assenti curiosa. Então ele continuou:
- Iria falar que meu irmão virá me visitar, e que eu queria apresentá-lo a todos, principalmente a você. – Parecia então que não acertara nenhuma das opções que imaginei hoje. Mas, por compensação, iria finalmente conhecer o famoso irmão de meu parceiro, e fiquei até um pouco anciosa.
- E, depois.... – Ele fez menção de continuar, mas antes me empurrou contra a porta do quarto, me fazendo corar novamente.
- Iria fazer isso com você e te contar tudo que disse antes. – Ele terminou, com um tom sedutor. – Claro, omitindo aquela tal de Merumi. – completou, depois de pensar um pouco.
- É Megumi. – Falei entre risos. Realmente fui uma tola ao me preocupar com ela, se ele não se lembrava até de seu nome!
- Ah, que seja. Mas, pelo visto, meu anúncio será melhor agora. – Ele continuou, me liberando de onde tinha me empurrado anteriormente,mas não antes de beijar levemente minha testa.
- Por quê? – Falei, confusa ao saber que omitira alguma coisa. Ele riu um pouco e disse, antes de abrir a porta revelando todos nos esperando na sala, apreensivos e, depois que nos viram de mãos dadas, felizes e aliviados.
- Pois vou poder falar que ganhei uma namorada, e ela é a mais perfeita e carinhosa que jamais conheci.
Muito tempo já passara desde aquele dia em que nos conhecemos.Me lembro que ela fora a única a vir em minha direção, enquanto todos nem se quer prestavam atenção no som que produziam as teclas a medida que as tocava. Trajava uma roupa comum, diferente de mim, que usava um terno. Não era atraente como as outras garotas que estavam no lugar, mas , se olhasse de perto, podia-se enxergar beleza fluir pela aquela jovem.
Mesmo assim, tinha medo. Medo de que ela me ferisse, que me atraísse devolta para o mundo de solidão e angústia onde me encontrava. Então, fiz a música se tornar mais aterrorizante, para que ela se afastasse como os outros. Porém, fiquei surpreso que ela apenas fechara os olhos, apreciando ainda mais a melodia, interpretando-a som por som.
Quando terminei e virei-me para trás, ela sorrira um sorriso mais belo e delicado que já vira em toda a minha vida. Ela então começou a falar algo, com sua voz doce e serena:
- Não se preocupe, não sou como os outros.
E, estendendo sua mão para mim, ela terminou a frase.
- Meu nome é Maka, Maka Albarn. Gostaria de se tornar minha arma?
............................................................... FIM .....................................................................
E então,gostaram da minha oneshot?? Tive essa idéia enquanto fazia o capítulo 3 da fic (o final ficou maior do que eu imaginava.... x.x) E, como não dava mais para incrementar isso á história, resolvi fazer uma outra fic de um capítulo só para não desperdiçá-la! ^^ Até acho que me superei em questão de romance... =’D Ah, e o capítulo 3 AGORA está terminando. Vou ver se arrumo um tempinho mais tarde depois de estudar para terminá-lo. Mas não tenho certeza, então não me matem, tá? xD
Kissus!! =****
terça-feira, 29 de setembro de 2009 {♥} 





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